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Café com Informação -Segurança: O que você precisa saber
 A Aliar Consultoria, uma das patrocinadoras do evento Café com informação, participou nesta manhã, dia 26, da palestra ministrada pelo major Lúcio Henrique Alencastro e capitão Giovani Gomes, realizado pelo Conselho da Empresária da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Sob a temática "Segurança: O que você precisa Saber", os oficiais da BM falaram sobre a estrutura, recursos, ações operacionais e projetos da segurança pública.

Se atualmente Caxias do Sul não está entre as 10 cidades com o maior número de homicídios e tampouco no ranking das 10 cidades com maior ocorrência de roubos, é porque a Brigada Militar está realizando um bom trabalho, apesar do efetivo insuficiente para atender uma população de aproximadamente 500 mil habitantes.

Entre os números apresentados pelo major Alencastro estão os que dizem respeito à defasagem no número de policiais no 12º BPM. De 695 soldados, que é o total previsto para Caxias do Sul, 474 são realmente efetivos, mas apenas 363 estão disponíveis. "É uma luta constante pelo aumento do efetivo, que não acompanhou o crescimento populacional", frisou o comandante. Segundo ele, a expectativa é de que a abertura de concurso público por parte do estado traga 60 novos policiais militares para Caxias do Sul a partir de 2015. Ele também defendeu a criação de mais um batalhão da BM na cidade, com ampliação do efetivo, para melhor atender à população.

Já o subcomandante apresentou estatísticas sobre as ocorrências policiais, com números comparativos entre janeiro e maio de 2013 e mesmo período deste ano. Cresceram as taxas de prisões (1.298 em 2013 e 1.373 em 2014) e armas apreendidas (109 em 2013 e 122 em 2014), mas também houve aumento no número de foragidos (127 em 2013 e 294 em 2014, um aumento de mais de 130%) e de homicídios (39 em 2013 e 44 em 2014). Segundo o capitão Giovani Gomes, a maioria dos homicídios envolve pessoas ligadas ao tráfico de drogas, acerto de contas ou rixas entre quadrilhas.

Diante dos números mostrados e do constante "prende e solta", que faz com que até reincidentes em determinados delitos sejam soltos horas depois de presos, os oficiais argumentaram em favor de mudanças na legislação penal. "O sistema é permissivo, e a impunidade incentiva que a pessoa continue no crime", afirmou o major Alencastro.
Fonte: Assessoria de Imprensa da CIC

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